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Entrar é fácil, mas sair...
Todos os colaboradores (viciados e ex), afirmam categoricamente:
- Se pudessem voltar atrás, com certeza voltariam!
sábado, 23 de junho de 2012
Como fica um usuário de DROGAS!
domingo, 17 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
No início Glamour /ascendência , depois de conhecer sua maior inimiga (Drogas), decadências, moral, física, emocional, psicológica, falência humana...
Poderia escolher dois caminhos, nunca experimentar ou experimentar, escolheu o segundo. Poderia novamente escolher dois caminhos, procurar ajuda e sair deste sub mundo ou a MORTE. Novamente escolheu o segundo a MORTE.
REFLITA!
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terça-feira, 5 de junho de 2012
DEPOIMENTO DE UM ALUNO.
A POSTAGEM ABAIXO, É REAL TRATA-SE DE UM DEPOIMENTO ESPONTÂNEO DE UM ALUNO, QUE FOI MAIS UM DESABAFO, POIS, O MESMO NEM SONHAVA QUE EU IRIA FAZÊ-LA.
| 5 de Junho de 2012 17:13 |
ENTÃO PROFESSORA PRIMEIRAMENTE OI, QUERIA DIZER QUE OQUE A SENHORA FEZ NESSE BLOG NÃO SÓ É UM AVISO MAS SIM UM GRITO DE GUERRA CONTRA AS DROGAS !!! GOSTEI MUITO DE TER VISTO O BLOG, APRENDI QUE DROGA NÃO É VIDA QUE SI VIVA,NÃO É AMOR, NÃO É PAZ É SIMPLISMENTE " SOLIDÃO " POIS A PARTIR DO MOMENTO Q VOCÊ ENTRA NESSE MUNDINHO DOS DROGADOS, SUA VIDA MUDA DE BOM PRA PIOR EM QUESTÃO DE SEGUNDOS !!! E NÃO É SÓ SUA VIDA QUE MUDA, MAS, A VIDA DA SUA FAMÍLIA TODA CAI JUNTO COM VOCÊ, PRINCIPALMENTE SUA MÃE QUE LHE COLOCOU NO MUNDO E QUE TE AMA TANTO. EU JÁ USEI LANÇA PERFUME E NÃO ME ORGULHO DISSO POIS SEI QUE FIZ UM GRANDE MAL A MIM MESMO.HOJE NÃO USO MAIS E NEM QUERO VER NUNCA MAIS ISSO NA MINHA FRENTE. HOJE POSSO ME AJOEILHAR E PEDIR PERDÃO À "DEUS" COM A CONSCIÊNCIA LIMPA, POIS SEI QUE A PARTIR DO MOMENTO QUE EU COLOQUEI NA CABEÇA QUE NÃO IRIA USAR MAS AQUILO, EU TIREI UM GRANDE PESO DAS MINHAS COSTAS.NÃO SOU VICIADO TENHO MINHA FAMILÍA COMO FORTALEZA, TENHO MEUS AMIGOS E SOU FELIZ. SEI E GARANTO QUE OQUE A SENHORA FEZ É DE UMA GRANDE PAZ, DE UM GRANDE AMOR QUE "DEUS" POIS EM SEU CORAÇÃO.POR ISSO QUERIA TE DAR OS PARABÉNS E DIZER OBRIGADO POR TÁ ABRINDO OS OLHOS DAQUELES QUE SE NEGAM A VIVER A VIDA DA MELHOR FORMA POSSÍVEL !!!
Obs.: O COMENTÁRIO ESTÁ NA INTEGRA, E O NOME DO ALUNO NÃO FOI REVELADO, AFIM DE PRESERVÁ-LO, É UM ALUNO DO NONO ANO.
sábado, 2 de junho de 2012
Anabolizante
domingo, 27 de maio de 2012
Alcoolismo não é lazer e sim doença, logo, não julgue, simplesmente ajude, como puder!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Postagem colaborativa e voluntária de uma Aluna.
Recebi a postagem abaixo, desta excelente aluna, na sala que ela estuda, ministro aula de matemática, achei linda sua iniciativa, responsável e carinhosa, logo não poderia deixar passar, afinal só veio somar com que já temos e teremos de informações, neste. Rafinha obrigada pela contribuição.
Rafiinha Satiro (FACEBOOK)
Professora tem a ver com o assunto do seu blog,é um pouco longo mais fala sobre drogas é interessante.
VALE MUITO A PENA LER! :) É LAMENTAVEL… MAS FICA UMA ALERTA A TODOS. NÃO DEIXE DE LER POR SER GRANDE DEMAIS ISSO MERECE SER LIDO POR TODOS VOCÊS.
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais. Eu era uma jovem “sarada”, criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai éEngenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de “Floripa”, Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no “Bude”, famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos ao “PROEB” e no “Pavilhão Galego” tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira”. Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira “doidona”, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os “meganha”, porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os “otários” não percebiam. Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase “vomitei as tripas”, mas o meu grito de liberdade estava dado.
No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré- menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S.Paulo, que alugaram um “ap” no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30h da manhã fomos ao “ap” dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado “Cigarro de Maconha”, que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de “Catarina careta”, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o “Marcos”, fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia.
Retornamos a “Floripa” mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino “DROGAS”. Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a “branca” a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus “novos amigos”. Às vezes a gente conseguia o “extasy”, dançávamos nos “Points” a noite inteira e depois farra.
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca… Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS. — com Izilda Sousa.
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